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arquivo onírico

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Tudo se aquietou, é noite, o mundo vive pra dentro, cegando-se ao sol do sonho.

João Gilberto Noll

25 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 20 de set.


Um parque infantil dentro de um parque de cachoeiras. O lugar era verde e ensolarado, havia um arco-íris gigante que chamava atenção quase como um quadro. Barracas de pipoca e algodão doce também faziam parte da cena. Até que uma pessoa especial que havia ido embora apareceu na cena, uma criança de 11 anos que antes de ir me pediu pipoca e algodão doce. Minha promessa nunca foi cumprida.


Anônimo



25 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 15 de set.

Minha irmã faleceu. Eu estava triste e com dificuldade de aceitação. Falei, pela manhã, com o filho dela, meu sobrinho, que tinha muita vontade de saber se ela estava triste, aceitando a nova vida. No mesmo dia, à noite, ela apareceu no meu sonho, muito alegre, sorrindo, sentada no colo de minha mãe, e minha tristeza diminuiu muito com a felicidade dela.


Gilka Ramires

24 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 20 de set.

No final de março de 2020, sonhei que estava andando no prédio onde fiz graduação em história, e onde à época estava terminando o meu mestrado. Os corredores estavam vazios, e quando entrei em uma das salas de aula, as mesas e cadeiras haviam sido substituídas por camas de hospital. Não tinha ninguém nas camas, a sala estava vazia. Mas é como se o lugar estivesse sendo preparado para algo, para receber as vítimas da Covid. Ainda era o

início da pandemia, não tinha nem três semanas que as atividades da universidade haviam sido suspensas. No entanto, esse sonho me dizia que eu já estava com ansiedade e medo do que o futuro aguardava.


Anônimo

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