top of page

arquivo onírico

image.png
Tudo se aquietou, é noite, o mundo vive pra dentro, cegando-se ao sol do sonho.

João Gilberto Noll

19 de set.
1 min de leitura

O sonho foi, na verdade, uma memória. Além de sentir que eu estava lá, vivendo aquela experiência, ao mesmo tempo eu sentia saudades de estar lá.

Tudo começa com as imagens da fazenda do meu avô (já falecido). Na sede da fazenda, em frente à casa, tinha um jardim enorme (um jardim um pouco rústico) e, como toda casa de fazenda, era rodeada de varandas. Era como se tudo que eu visse fosse com meus próprios olhos e olhos de criança. Meu avô faleceu quando eu tinha 9 anos.

Eu me viro para a varanda e vejo meu avô tocando sua sanfona e todos ao seu redor. Essa era uma cena típica de um sábado ao entardecer na roça. Eu ficava andando entre as pessoas, como se estivesse correndo e brincando com outra criança. Por alguns segundos, eu revivi e senti a sensação de 18 anos atrás. Eu escutava uma das músicas favoritas dele, “Cabelo loiro”, de Tião Carreiro e Pardinho.


Anônimo

19 de set.
1 min de leitura

Eu sonho com muita frequência que estou em uma praia e, de repente, a maré começa a subir. E a água sobe rápido. Quando vejo, estou apoiada em pedaços de madeira que surgem da destruição causada pela maré alta que invadiu a parte habitada da praia. Por vezes, vejo uma onda gigante, olho para cima como se ela fosse quebrar em cima de mim. Mas eu sempre consigo respirar e sair viva da situação. Apesar do aperto, da insegurança se irei sobreviver ou não, todas as vezes eu fiquei bem.


Petrina Avelar

25 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 15 de set.

Sonhei que o Lula e o cachorro dele morriam. Para ir ao enterro deles, tive que enfrentar dias ao mar, em um barco cheio de gente e cercado de tubarões que queriam nos atacar. Contei para uma amiga e ela comentou que é minha versão da Odisseia.


Letícia Fonseca

Rio de Janeiro

bottom of page